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Transgressor
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    Fábio era um garoto como qualquer outro. Desejava as mesmas coisas que qualquer garoto deseja.
    Queria que seu time fosse campeão. Queria estar entre as pernas de uma ou outra garota do colégio. Queria grana pra fumar e beber sem miséria, mas depois de um estupro algumas coisas mudam. 

    Fábio não é mais um garoto como qualquer outro. 
    É um garoto como alguns outros garotos. 
    Ele é um garoto como alguns outros vários garotos. Mais garotos do que você imagina. 

    Era uma noite qualquer, provavelmente uma quinta, não sei bem. Ele voltava da casa de uma namorada e não estava bêbado, nem drogado. 

    Você sabe como as ruas de São Paulo ficam quando todos os cidadãos de bem dormem? Se você não conhece vai dizer que todas estão sempre lotadas, com pessoas andando, bebendo e cheirando pelos cantos. Se você conhece sabe que não é bem assim. 

    As ruas de São Paulo são escuras e ratos se esgueiram por entre as sombras. Ratos cabeludos e dentuços e ratos de 1,80m. 
    Essa cidade é suja e os ratinhos que assustam sua mãe quando surgem no meio da madrugada na cozinha, são os menos responsáveis por essa imundice. 

    Fábio voltava sozinho para casa. 
    Fábio foi encurralado por três caras perto da esquina, há duas quadras da sua casa. 

    Os caras tinham alianças nos dedos. Não eram mendigos. Fábio viu isso quando estava caindo depois de tomar uma direita bem no queixo. 
    Os sapatos estavam bem engraxados. Fábio viu isso quando foi acertado com um chute nas costelas. 

    Fábio não teve seu celular roubado. Não teve seu tênis roubado. 
    Fábio não voltou para casa naquela noite. 
    Fábio não foi à polícia naquela noite.

    Três caras. Um depois do outro. Falaram sobre milhares de coisas. Até sobre futebol. Fábio gostava de futebol. 

    Enquanto arfavam e soltavam tudo o que tinham dentro da bunda de Fábio, eles falaram de suas mulheres. Reclamaram de suas famílias. 

    Era o terceiro e Fábio já não tinha mais forças. 
    Foi o terceiro, seguido pelo silencioso motor do Civic prata estacionado do outro lado da rua. 
    Fábio ficou no beco escuro. Os ratos o deixaram deitado ao lado de um amontoado de sacolas fedidas. 

    Um ratinho pequeno e cinza, o olhava parado do outro lado do beco. Há menos de 6m. Parecia estar com pena. Seus pequenos olhinhos esbugalhados brilhavam parados sobre ele.
    Teria o ratinho perdido algum ente querido nessa noite? 
    Talvez a esposa de algum dos ratos que foderam com Fábio, talvez alguma dessas senhoras tenha acertado uma bela vassourada em um de seus irmãozinhos. 

    Minutos passaram e o ratinho permaneceu ali. 

    Com a calça sobre os tornozelos, com a cueca enrolada sobre os joelhos, com a bunda nua sobre a mistura de areia, grama e merda de cachorro. Fábio ficou ali, junto com o ratinho. 

    Fábio não voltou para casa naquele dia. 
    Fábio sentia aquela porra escorrendo por sua bunda.
    Fábio não podia voltar para casa, não daquele jeito.

    " Essa cidade é a prova de que Deus errou " - Disse o Ratinho.
    Fábio estava meio acordado e meio morto. Sentia-se morto por dentro, mas estava acordado. Estava desperto. 

    Cinco anos passam e civic's prata continuam te enjoando.
    Dez anos passam e sua namorada nem desconfia disso. 
    Vinte anos passam e você tenta viver como se aquilo nunca tivesse acontecido.
    Trinta anos passam e sapatos engraxados ainda te lembram daquela noite.
    Trina e cinco anos passam e você enterra sua mãe. 
    Quarenta anos passam e você ainda não fez as pazes com deus.
    Cinquenta anos passam e você coloca seus netos no karatê. 

    Fábio foi um garoto comum. Fábio é um homem que foi estuprado.

    " Essa cidade é a prova de que Deus errou " - Disse o ratinho.





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    Eu assisti o último episódio há pouco mais de uma hora. Não acho que estou pronto para escrever sobre o que achei da série, mas quero escrever mesmo assim. Vou começar falando de forma geral sobre a história e depois, falarei sobre minha reação, como me senti com a série (Leia essa parte).

    Enredo:
    Hannah Baker tirou a própria vida. Cortou seus pulsos e sangrou até a morte na banheira de sua casa. Clay recebe uma caixa com 13 gravações em 7 fitas. É a garota morta. Ela deixou nas fitas 13 razões para sua morte. Cada gravação é direcionada a uma pessoa. Alguém que fez algo a ela.

    Todos os que ouviram as fitas antes de Clay, estão juntos tentando manter isso em segredo, mas Clay não consegue. Ele mal pode ouvir a voz de Hannah sem sentir-se culpado. Ele é atormentado por cada fita, por cada ato, por cada palavra gravada pela garota que ele nunca mais veria.

    Cada episódio é um lado de uma fita. Cada episódio mostra o que cada pessoa fez contra Hannah Baker.

    Clay conta com a ajuda de Tony. O primeiro a receber as fitas mesmo não estando nelas. Hannah confiou a ele a missão de guarda-las e assegurar que fossem ouvidas por todos.

    É a história de uma garota que sofria muito, que foi machucada de todas as formas e quis acabar com sua dor. Se viu sem opções, sozinha e cansada. Tirou a própria vida, não por um motivo, mas por vários. Vários motivos que parecem pequenos, mas que são gigantes, enormes, do tamanho do mundo.

    Minha experiência com a série:
    É muito difícil dizer, pra ser sincero. Algumas pessoas acham que todo essa lance de dor interna, problemas existenciais é bobagem, eu não sou uma delas, talvez por isso eu tenho sentido tanta dor enquanto assistia a série.

    Em vários momentos na madrugada de ontem, enquanto assistia, implorei pelo sono. Eu não queria assistir nem mais um minuto da série, mas o sono não veio. Assim como Clay quis parar no meio das fitas, eu quis parar no meio dos episódios.

    Sabe aquela sensação de aperto na garganta? Como se algo apertasse sua garganta de dentro pra fora? Como se o seu coração tivesse subido do peito e quisesse sair pela boca? Eu me senti assim. Pela Hannah, pelo Clay e pelo Sr. e Sra. Baker.

    As coisas que machucaram tanto Hannah Baker como fofocas, boatos e mentiras. Zoações e humilhação, cara, vai me dizer que você nunca viu isso acontecer? Ou que talvez você já não tenha feito isso com alguém? Raiva! Eu senti durante toda a série, raiva porque tudo isso está o tempo todo diante de nossos olhos.

    Acho que a raiva que estava sentindo, estava ligada a vida real. Quero dizer, ia além da raiva que eu estava sentindo do Bryce ou do Justin, Eu estava com raiva de todas as pessoas no mundo, que dizem: É frescura, ou É falta de deus ou Quer chamar atenção. Eu estava com raiva de todos.
    Por que ignoramos isso? Por que ignoramos a dor? Por que menosprezamos isso? Raiva! É o que eu sinto quanto a isso.

    Eu torço para que o maior número de pessoas possível veja a série. Talvez assim possam ver além do que é superficial, palpável e físico. Talvez a série ajude alguém a transcender o superficial e conhecer o introspectivo.

    Eu imagino quanta dor uma pessoa pode estar sentindo agora. Quanta dor uma pessoa pode estar suportando. Quanta dor uma pessoa pode estar escondendo.

    O suicídio de Hannah Baker foi a ação final de uma pessoa que foi morta aos poucos, de uma pessoas que antes de sangrar literalmente, sangrou internamente. Sofreu, sentiu dor atrás de dor. Sozinha.

    Então, se você me conhece, sabe que pode conversar comigo. Se você não me conhece, saiba que pode.

    NOTA: 8 e 10
    Oito para a série enquanto série, é muito boa. Bem produzida, tem uma puta trilha sonora incrível e as idas do presente para o passado, contribuem muito para a história.

    Dez para a série enquanto mensagem. Esse tema não pode mais ser escondido, é preciso falar sobre, mostrar e ajudar. Acho que a série pode cumprir esse papel. Torço para que mais pessoas vejam e sintam a série.

    Veja a série, até o fim. Vai doer, mas eu indico com certeza!








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    É uma série renomada? É! Já ganhou emmys? Já! Mas, talvez você não conheça, o que não é nenhum pecado, certo? ERRADO! Na verdade é um pecado sim! Mas, não se preocupe, eu também não conhecia e agora me sinto finalmente, absolvido.

    Estou escrevendo algumas horas depois de terminar o último episódio da quarta temporada. Já dormi e acordei, mas confesso que ainda sinto aquele vazio de fim de série, sabe qual é? Então, felizmente a quinta temporada vem ainda esse ano, então você tem tempo para começar a série e assistir sem pressa, um episódio de cada vez (Como se fosse possível).


    Vou lhe dar um resumo do enredo da série e acredito que  isso será o suficiente para te deixar intrigado.

    Frank Underwood (O cara da foto ai em cima), esperava ser nomeado pelo novo presidente dos Estados Unidos como secretário de estado. Para sua surpresa e de sua esposa, o presidente o mantém no mesmo cargo que ocupava antes de ajudar o presidente a ser eleito. Este é o ponto inicial da série. A partir daí, Frank e Claire, arregaçam as mangas e começam a botar em prática uma série de planos para alcançarem seus objetivos.

    Manipulação, mentira e corrupção, nada disso importa, dane-se a moral e a ética. Frank usa as pessoas ao seu redor, trama por trás do presidente, chantageia seus deputados e faz tudo o que é preciso para fixar os degraus para sua ascensão.

    Sangue, dor, medo e morte, nada disso importa! Danem-se todos. O casal Underwood não tem escrúpulos, não que os outros sejam santos, pois não são, mas estão longe, muito longe da astúcia e determinação do casal.

    A trama se desenvolve ao redor da sede de Frank pelo poder. A série mostra do que o homem  é capaz de fazer para conquista-lo. Há limites para se conseguir o que quer? Frank diria que não! E você se surpreenderá com o que ele é capaz de fazer.

    Não demora muito pra perceber que mesmo sendo ficção, ela nos lembra um pouco da realidade. O que o povo americano na série sabe, é 1% do que realmente acontece lá dentro. Me pergunto se talvez nós também saibamos tão pouco quanto eles sobre o que acontece no nosso país. É possível.

    A série também retrata um lado do ser humano que normalmente é escondido ou maquiado. Podemos ser maus, muito maus. Se quisermos o seremos. Frank e Claire são realistas quanto a isso. Doug, chefe de gabinete de Frank é realista quanto a isso. E todos os que são inocentes e ingênuos, com certeza serão esmagados pelo casal e seus companheiros.

    Personagens principais: 
    Frank Underwood: Kevin Spacey tem um óscar como coadjuvante e um como protagonista. É um puta ator e sua atuação em House of Cards, é uma das coisas mais sensacionais que já vi. É perfeita!

    Claire Underwood: Robin Wright é uma mulher muito forte. Divide com o marido o desejo de poder. Nas poucas vezes em que o vê oscilar, está ali para empurra-lo de volta ao rumo. Mas não é só uma esposa que abriu mão de seus desejos pelos do marido. Ela tem seus objetivos e vai correr atrás deles!

    Os personagens secundários são tão bons quanto os protagonistas.
    Doug é chefe de gabinete, um homem tão inescrupuloso quanto Frank. Está com o chefe e muitas vezes é quem coloca as mãos na massa.

    Zoe Barnes é uma repórter que se envolve com Frank. Sua relação repórter e fonte, acaba evoluindo para um caso. É uma personagem interessante, que me irritou muito por sinal.

    Peter Russo é um deputado que de repente começa a receber "apadrinhamento" de Frank. Uma boa não?

    Remy Danton é interpretado pelo ganhador do último óscar de melhor ator coadjuvante. Mahershala Ali. É um lobista que já esteve trabalhando com Frank e agora trabalha para companhias de gás natural.
    Raymond Tusk é conselheiro do presidente e chefe de Remy.

    Inúmeros personagens surgem e somem, voltam e vão, mas todos foram construídos muito bem. Não há ninguém inútil, não existem personagens fracos. Todos são complexos, tem coisas a revelar e impulsionam o desenrolar da história. Poderia citar vários, como Mitchell o segurança do casal, Lucas um repórter que os investiga, Linda Vasquez, chefe de gabinete do presidente Gareth, etc...

    Curiosidades:
    Dilma Rousseff  e Barack Obama são fãs assíduos da série.

    David Fincher é um dos diretores. Foi diretor de  filmes como, Amnésia, Clube da Luta, Seven, Os homens que não amavam as mulheres, Garota exemplar e etc...

    É uma série ORIGINAL NETFLIX.

    Minha curiosidade preferida é essa: Frank em diversos momentos olha no seus olhos e conversa com você! Ele conta seus planos, xinga alguém, faz algum comentário ou conta uma piada. Eu amo quando há essa quebra de barreira. Ele sabe que estamos ali, assistindo-o e de certa forma, somos cúmplices de todos os seus atos. É brilhante.

    Segue algumas frases do grande protagonista:

    "A DEMOCRACIA É SUPERESTIMADA."

    "ELE ESCOLHEU DINHEIRO EM VEZ DE PODER - UM ERRO QUE QUASE TODOS DESSA CIDADE COMETEM. DINHEIRO É A MANSÃO NO BAIRRO ERRADO, QUE COMEÇA A DESMORONAR APÓS DEZ ANOS. PODER É O VELHO EDIFÍCIO DE PEDRA, QUE SE MANTÉM DE PÉ POR SÉCULOS."

    "SE NÃO GOSTA DE COMO A MESA ESTÁ POSTA, VIRE A MESA."

    Por fim, darei minha nota e o porque você DEVE assistir a série:

    NOTA: 10

    Primeiro é uma trama política incrível. Eu provavelmente assisti no pior momento possível. Só a palavra política me produz arrepios, estava e estou farto disso, mas a série é demais!
    Frank é um dos melhores protagonistas que já vi, principalmente pelo lance de saber que estamos ali com ele. É genial!
    A série é baseada na forma de política americana, dois partidos e tal. Ajuda a conhecer um pouco da forma americana de governo.
    E assista porque estou indicando, eu já te decepcionei?

    Enfim, está sem dúvida alguma no meu TOP 3 de séries.

    Obrigado NETFLIX e se leu até aqui.... Confie em mim e seja cúmplice de Frank Underwood!








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    Como Corintiano confesso estar um pouco aliviado com o resultado final da partida. Aos 30 minutos do primeiro tempo, disse ao meu irmão: "Parece que já estamos há 1 hora sem tocar na bola.". A equipe Chilena veio para São Paulo com uma estratégia interessante e digna de aplausos. É o que cobramos o tempo inteiro dos times do futebol brasileiro, CORAGEM! 

    Tudo bem, eles pagaram caro por sua Coragem, mas à tiveram. Decidiram manter o padrão de jogo. Posse de bola, troca de passes, poucas bolas rifadas, muitas invertidas de jogo. O time chileno foi efetivamente perigoso em poucos momentos, é verdade, mas em alguns momentos do primeiro tempo, chegou a ter 70% de posse de bola. Jogando fora de casa! Se o Corinthians não tivesse encontrado o gol no fim do primeiro tempo, talvez tivesse sofrido durante todo o segundo tempo. SE, eu sei. 

    Defesa sólida: O Corinthians tem tido boas defesas há alguns anos e o atual time mantém o padrão.
    Pablo é uma grata surpresa e forma uma boa dupla com Balbuena no centro da zaga. Ambos tem bom jogo aéreo e fazem o simples (Zagueiro zagueirando).

    Arana tem jogado muito bem, talvez seja o principal jogador da equipe no momento, tanto no ataque quanto na defesa, tem sido regular. Fagner é um jogador seguro, não há muito o que falar. Está na seleção e é regular.
    O volante Gabriel não caiu atoa nas graças da torcida. Tirando as faltas idiotas que faz, Gabriel tem jogado muito bem. Rouba bolas com facilidade, está sempre próximo dos armadores adversários, é rápido e raçudo. Sem contar que  tem boa saída de bola.

    É claro que a solidez defensiva do Corinthians, não se deve à esses 5 jogadores. Há claramente uma ordem aos 11 jogadores. Romero marca, Jadson marca, Jô marca. O time suporta bem a pressão e sabe jogar acuado. Eespecula bem nos contra-ataques e ontem poderia ter matado o jogo no contra-ataque puxado por Jô.
    Mesmo tendo essa herança defensiva de alguns anos, é preciso valorizar o trabalho do Carille nesse sentido.
    É bonito? Não muito. É efetivo? Tem sido!

    Foi um jogo duríssimo aqui no Brasil e sem dúvida será ainda mais difícil no Chile. A Univ. não terá nada a perder e jogará em casa, diante da sua torcida. Imagino que multiplicarão suas tentativas ofensivas e cederão contra-ataques assim como fizeram no segundo tempo de ontem. Se a defesa manter sua regularidade, o Corinthians pode se utilizar de contra-ataques como fez contra o Palmeiras na Arena.

    O Corinthians fez uma boa partida no geral. Jogos por campeonatos eliminatórios tendem a deixar os jogadores mais nervosos, ontem eles não deixaram isso aparecer. Foram seguros e regulares, talvez sejam essas as palavras que definam esse time até agora. É seguro e regular. Não faz muitos gols, mas também não toma muitos gols. É assim que se joga campeonatos desse tipo. Defesa forte e efetividade no ataque.

    O Corinthians ainda não está classificado, mas o resultado de ontem foi incrível.

    Cássio: 7 - Fez uma boa defesa enquanto o jogo ainda estava 0x0.
    Léo Príncipe: 7 - Não me agrada no geral, mas ontem foi bem na marcação.
    Balbuena: 7 - Passou tranquilidade como capitão no jogo de ontem.
    Pablo: 7 - Foi seguro como tem sido até aqui.
    Arana: 7 - Fez mais uma boa partida. Avançou bem em alguns momentos e foi bem na marcação.
    Gabriel: 7 - Mais um bom jogo. Cuidou bem do centro do ataque Chileno. Mas tomou outro cartão por uma falta boba.
    Rodriguinho: 7 - Não fez uma boa atuação no geral. Tudo bem, ele fez o gol e arrancou bem com a bola em um ou dois momentos, mas precisa-se de mais dele. Organizando o time no meio junto ao Jadson.
    Maycon: 8 - Gostei muito da partida de ontem. Participou de quase todas as saídas de bola do Corinthians, ocupou espaços e jogou bem junto ao Arana. Na marcação foi incansável.
    Jadson: 8 - Apesar de não ter começado bem a partida, conseguiu se encontrar. Carille o mudou de lado e então passou a jogar muito bem, pela direita e pelo meio. Fez um belo gol de fora da área. Tem evoluído tecnicamente.
    Romero: 7 - Fez um jogo tático. Foi importante enquanto esteve pela direito junto ao Léo. Ajudou o garoto que não vinha atuando bem.
    Jô: 7 - Fez em diversas oportunidades um belo trabalho de pivô. Ganhou muitas disputas aéreas. Teve uma boa oportunidade em uma bola enfiada pelo Jadson. No geral foi uma boa atuação. Melhorou muito fisicamente.
    Carille: 9 - Em seu primeiro jogo internacional como técnico efetivo do Corinthians, Carille pareceu entender bem o ritmo do jogo. Do meio do primeiro tempo até o fim do jogo, soube dosar o ritmo do time. Começou se segurando, deixando os chilenos com a bola e depois passou a ocupar os espaços e manter mais a bola. Eu falei de coragem no começo, e ontem suas substituições foram surpreendentes. Colocou Clayton, que teve uma boa chance de ampliar o placar. Pedrinho e Camacho. Nenhuma substituição defensiva como vinha fazendo. Percebeu que o adversário estava exposto e tinha se mandado ao ataque. Foram ótimas alterações.

    No geral, acho que foi um resultado merecido. Mesmo enquanto esteve sem a posse da bola, o time não tomou grandes sustos. Soube se comportar e foi efetivo. Domingo o Corinthians enfrenta o Botafogo de Ribeirão em casa. A expectativa é que a equipe demonstre um futebol mais ofensivo. Não se pode jogar contra o Botafogo como se jogou ontem. É hora de atacar e impor o jogo!

    Enfim, espero que gostem desse novo pedaço do blog. Não falarei apenas do Corinthians, mas na maioria das vezes sim.


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