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Transgressor
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    Eu nunca entendi bem qual era a dessa careca de cavanhaque... Quero dizer, sempre que me falavam de Breaking Bad, o Sr. White ganhava ares de ídolo, deus ou qualquer coisa do tipo. Meu irmão por exemplo, tinha uma capinha de celular com a bandeira da Inglaterra, era uma capinha legal, mas, assim que terminou de ver a série, ele deu um jeito de remover a bandeira, fez um molde de papel com o chapéu, óculos e cavanhaque e de um jeito meio bizarro, fez um "Sr. White" na capinha do celular. É claro que ficou uma bosta, mas isso é só pra exemplificar o nível de idolatria que os amantes de Breaking Bad tem por esse senhor.

    Enfim, quero levantar alguns pontos sobre a série e dar minha nota, então vamos lá...

    Atores e personagens: 

    1º  Walter White (Bryan Cranston): A atuação deste senhor é sem dúvida nenhuma fantástica! Existiram momentos, talvez em toda a série, em que atuação dele é o que te mantém ali, preso. Mais do que o enredo, mais do que a história em si, o personagem acaba sendo maior do que todo o resto. 
    A forma como o personagem se desenvolve durante toda a série, a evolução, o personagem ganhando corpo, sua mudança de personalidade, sua mudança de objetivo. É só ver como o personagem começa a série e como termina. 

    Mesmo vendo no que o Sr. White, um simples professor de química do ensino médio se tornou, a gente continua torcendo pra ele, independente de estar certo ou não. No sábado, assistindo a última temporada, tudo que eu queria era entrar pelo celular e calar a boca da Skyler, que ficava choramingando e repetindo a mesma coisa. Eu comemorei quando o Hank se ferrou, tive raiva do Walter Jr quando ele despreza o Walt, enfim, você sacou! A gente torce mesmo por ele! Dane-se quem está certo ou errado, dane-se tudo isso! Ele te pegou e me pegou, somos reféns do personagem até o fim e você acaba a série tendo certeza que a idolatria que os fans dão a ele, é completamente justificada!

    2º Jesse Pinkman (Aaron Paul): Cara, no começo eu não curtia muito ele não, mas velho a forma como o Jesse cresce é absurda! Ele deixa de ser só um moleque inconsequente e se torna um cara cheio de sentimentos e explosões de tristeza, raiva, compaixão, medo! Tudo isso faz com que você se apegue a ele e sinta sua dor, sinta seu medo, sua raiva. Se quiser um exemplo de Coadjuvante, tá ai! Ele cumpre com louvor seu papel na série, principalmente depois do seu relacionamento com a Jane na segunda temporada. 

    Enfim, só pra resumir... Você acaba se amarrando demais nele porque ele sofre, e você meio que sofre junto :/

    3º Os outros: 
    Parece maldade colocar "Os outros", mas não é, eu juro! O Sr. White e o Jesse são fora de série, mas longe de mim ignorar atuação e os outros personagens, quero dizer Saul, Hank, Marie, Syler, Gus e todos os outros, caramba, a série é cheia de personagens e histórias maravilhosas, é sério! A trama toda é muito boa, mas acho que falar sobre os personagens é mais importante nesse caso especifico, pelo menos pra mim. As atuações e relações entre os personagens, são superiores a própria história. Acho que isso acaba te guiando você pela série, sacou? Pelo menos foi isso que senti enquanto assistia.

    E todos tem seu mérito, até aqueles que te irritam, não o fazem por demérito, é só um lance de estarem se opondo ao Sr. White, que te roubou lá atrás, então eles não tem culpa se você tem vontade de acabar com a raça deles hahahaha

    É um lance de conhecer cada personagem, perceber como eles mudaram, o que perderam, ganharam, enfim, todos os personagens tem seu arco muito bem definido, desde os que mudaram e cresceram durante a série e isso fica muito na cara, até os que mantiveram uma mesma personalidade durante toda a trama!

    Então acho que o ponto forte da série é justamente esse, os personagens são muito bem construídos, são fortes individualmente e tem seu papel fundamental! São importantes pro desenvolvimento da série, e por isso minha opinião e análise parte principalmente desse fator!

    ---------- Por fim minha nota é...: 9 

    Um belíssimo 9, por todos os personagens e pela forma como a série cresceu até a última temporada (Que é sensacional)

    SUPER INDICO, sério!  

    Devo agradecer ao meu irmão por ter me indicado e é isso, curta e comente aqui no blog, sua participação é foda, pelo feedback e tal! Se vocês gostarem vou publicar mais análises e opiniões de outras séries e filmes <3  

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    Cara, se você leu o título do post e sua resposta foi não! Saiba que essa também seria minha resposta há 1 mês. 

    Conheci essa banda em Janeiro. Foi minha descoberta música do mês e caramba, que descoberta maravilhosa! Preciso deixar claro antes de tudo que, não falo descoberta como se fosse uma banda desconhecida, que ninguém nunca ouviu. Pelo contrário na verdade, é uma descoberta pra mim, mas Sigur Rós é uma banda bem conhecida, e até no Brasil seu trabalho é bem reconhecido!

    Enfim, por que a banda é tão boa?

    Ela tem uma puta mistura de coisas que aparentemente a coloca no gênero de Post-Rock (Eu não sabia da existência desse gênero). O post-rock é um lance de misturar o clássico, uma parada melódica e instrumental e é um som bem limpo, clean. Eu me amarrei pra caramba. 

    Sigur Rós é uma banda islandesa, então os títulos das músicas e álbuns são bem diferentes. A banda tem vários álbuns lançados, e meus preferidos são Ágaetis byrjun e o que tem uma galera pelada na capa. Não me peça para pronunciar os nomes porque não vai rolar hahahaha!

    Enfim, minha indicação para um primeiro contato é a música "Hoppípolla" do álbum "Takk". É uma música linda, que tem uma letra linda e pô vale a pena demais escutar, e por fim, procure a letra dessa música! Ela falou demais comigo, acho que é a música ideal pra ouvir no começo do ano e pensar sobre as coisas!

    Então é isso, Sigur Rós foi minha descoberta do mês e é minha indicação para vocêsssss <3
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    É meu primeiro contato com o velho safado. Na verdade ainda nem terminamos...

    Eu só li os 6 primeiros contos, mas já tinha tanta coisa pra falar, então por que esperar não é mesmo?

    Bukowski é lembrado até hoje por ser um gênio, um grande poeta, romancista, contista e etc... Mas sobretudo por seu estilo de vida marcante. As bebedeiras, as prostitutas e o resto nós sabemos...

    Eu decidi começar a ler sua obra pra saber se era só isso mesmo, se Buk só falava putaria, narrava suas bebedeiras e ressacas e nada mais... Só que caraca, são só 6 contos e eu já vi que estereotipá-lo dessa forma, ignorando todo resto é estupidez. - Estou completamente apaixonado com a sensibilidade de Buk em suas críticas, a forma com as faz sem dizer de fato, é fantástico!

    Hoje no ônibus enquanto voltava pra casa, estava lendo o conto: "O espremedor de culhões" e curiosamente, estavam vendo três jovens de não mais que 16 anos, exemplificando exatamente o processo retratado por Buk nas poucas páginas de seu conto.
    Ao passar pelo espremedor, você perde toda sua humanidade e se torna alguém que vive para algo, e somente para aquilo, que responde "SIM" para tudo e acha que todas as coisas são boas - "Eu amo acordar às 4 para trabalhar, não me importo de voltar as 19, não me importo de não ter horário de almoço" ou "Faz 3 meses que eu não saio no fim de semana, tenho vestibular, vestibular, vestibular, vestibular, vestibular, vestibular..."

    Leia Bukowski, ele é mais que um velho putanheiro e cachaceiro!
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    Sinopse: 
    Howard é um publicitário de sucesso, dono de sua própria agência que depois de perder sua filha, perde completamente sua razão de viver, entrando em depressão e não se importando mais com o trabalho, com a saúde ou com qualquer outra coisa. No auge de sua dor, Howard escreve cartas furiosas para a Morte, o Tempo e o Amor e para sua surpresa, essas 3 "partes" do universo se materializam para responder as acusações feitas, e demonstrar a Howard, a possibilidade de ver beleza na vida. 
    ----------------------------------------------------------------------

    Esperei por alguns meses esse filme, ansioso por vários motivos, mas sem dúvida o elenco recheado de estrelas, foi o que me fez contar os dias para o lançamento e ir ao cinema num sábado à tarde para assisti-lo.

    Will Smith é meu ator preferido, principalmente quando atua em filmes de drama. Suas expressões, sua dor, suas lágrimas durante o filme, são também minhas lágrimas e minha dor. Ele me faz sentir a dor do personagem! 

    O elenco desse filme, é simplesmente sensacional! E durante todo o filme, não há uma cena sequer em que você não veja pelo menos um desses grandes atores na tela.

    Crítica e Nota:

    A nota 5 ainda é alta para ser sincero. Se eu precisasse definir em uma única palavra a experiência do filme, seria: Decepção.
    As críticas feitas sobre o filme ser apelativo e forçado, se confirmam, e acredite, ninguém gostaria menos de afirmar isso do que eu.
    Do ponto de vista visual é um filme maravilhoso, no entanto, esse é só mais um fator usado no filme para te guiar à força por um caminho de lágrimas. 
    As atuações de Kate Winslet, Keira Knightley, Edward Norton, Helen Mirren, Michael Penã, Naomi Harris e Jacob Latimore, são patéticas. 
    No final das contas, faltam palavras para expressar a decepção. Então, se você ainda pretender ir ao cinema para assistir esse filme, não crie grandes expectativas, e para o seu bem, se permita ser manipulado e aceite a tentativa falha do filme em te emocionar. 

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    Tinha 8 anos quando fui a praia pela última vez. Imagino que tenha me divertido muito. Afinal, para uma criança aquela imensidão de areia e água, a companhia dos primos e todas as brincadeiras possíveis, desdo bom e velho futebol, os castelinhos, a tentativa de surfar com aquelas pranchas de isopor... Enfim, foram 10 anos sem ir a praia, e nesse fim de semana estive lá.

    Hoje com 18, compreendo a praia de uma forma mais profunda. Antes jamais poderia vê-la dessa forma, afinal não tinha nenhum tipo de preocupação, além de me divertir. Agora com 18 anos, já tenho minhas preocupações, ainda que não sejam sérias como pagar aluguel ou colocar comida na mesa, são problemas proporcionais as minhas responsabilidades. O que quero dizer com tudo isso, é que a Praia não me parece ser só mais um playground, pensamento que possivelmente nutri aos meus 8 anos. A praia agora me parece uma espécie de refúgio. Enquanto se está sentado na areia, olhando o mar e no caso da praia onde estive, os montes que a cercavam, você pouco pensa nas coisas que estão além daquela calçada que separa a areia da cidade, muito pelo contrário. A beleza é tamanha, e você está dizendo ou pensando: "Caralho! Isso aqui é demais, é lindo!"...

    Saímos por volta das 07hrs e chegamos as 10 ou 11hrs, não me lembro bem. Tirando os momentos em que estava cochilando, passei a viagem toda encantado com as paisagens, e todo o verde por onde a estrada passa. Tudo bem, ficar 3, 4 horas dentro de um carro é tenso, mas, a paisagem ameniza muito essa situação, quero dizer, por quase todos os lados na cidade, você vê o cinza, o preto e pouco verde. Na estrada, a proporção é completamente diferente.

    Ir para a praia é consultar a cabeça com a natureza, é relaxar e deixar por alguns dias as preocupações no mar, é torcer pras ondas levarem de você tudo que te faz mal, é olhar pro céu e vê-lo limpo como é, e sobretudo, ter paz para olhar para si próprio e se conhecer melhor, suas complicações, problemas, ansiedades, sonhos e tudo o que te forma enquanto pessoa. Não fuja disso!

    Bora pra Praia! 
    PS: Farei um vídeo sobre isso...
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    A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, óculos e close-upJúlio Costa | Transgressor

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